O que contam os participantes
Ouvimos cada participante dois meses após o último encontro e só publicamos o relato com a permissão de quem falou.
Com o contraditor da rodada, o clima mudou. Discordar passou a ser função, e não atrevimento.
Deixei de perguntar se todo mundo concorda. Só com isso surgiram três objeções que viriam tarde demais.
A lista de objeções recusadas salvou o projeto. Quando tudo parou, a causa já estava anotada ali desde o começo.
Aprendi a notar quem se calou. Eu tratava o silêncio como concordância e depois perdia duas semanas corrigindo.
Antes de inscrever o time
As perguntas que a coordenação mais ouve ao telefone.
O conflito já está lá; só se mostra mais tarde, na execução. Os mecanismos o trazem para a hora em que ainda dá para corrigir o rumo.
É justamente aí que o rodízio de papéis rende mais: quem discorda está cumprindo uma função dada, e não enfrentando o chefe.
Na turma exclusiva, sim. Treinar condução sem quem conduz rende muito pouco.
Os dois primeiros mecanismos costumam mudar já a próxima reunião. O resto depende da prática de cada equipe.
No programa para equipes, sim: duas reuniões reais, observadas em silêncio, com retorno em seguida.
Funciona, com adaptações. Ler a sala fica mais difícil, então o registro escrito das objeções ganha peso.
Leve o seu time a um encontro experimental
Um encontro inteiro dedicado a um mecanismo, aplicado às reuniões que vocês já fazem. Ajuda a decidir se o programa serve para vocês.